Blogueira literária, apaixonada por livros, filmes, séries e outras coisinhas da cultura nerd. Responsável pelo projeto F.A.L.E. e pela revista Jovem Geek. Autora no Nyah, Spirit e Wattpad. Auxilia na revisão de originais e suporte a autores iniciantes.

15 de mai de 2014

House of Night

Sair a noite com os amigos, curtir a vida, fazer loucuras e conhecer pessoas, é mais ou menos assim que os adolescentes de hoje são. Mas na Morada da Noite as noites são completamente diferentes. Eu sou fissurada em vampiros, acho as criaturas mais fascinantes das histórias, por quê? Bom, são super rápidos e fortes, não envelhecem, não precisam se alimentar (só de sangue), são maravilhosos, mas tudo que é bom tem sua parte ruim, e a dos vampiros é não poder sair no sol, mas é um preço que certamente eu pagaria. 




Nos livros de House of Night também encontrei seu lado bom e ruim a partir do meu ponto de vista. Não achei que vampiros pudessem possuir poderes “extras”, achei legal, mas não combina muito com o perfil de um vampiro, compreendo que as autoras quiseram fazer o seu tipo de vampiro para a história, mas ao serem expostos no sol deveriam queimar e se transformar por troca de sangue, não por uma marca. 

A trama é envolvente, você le e se sente no livro como se fosse um dos personagens, vibra a cada ação e emoção, viaja no tempo, porém acho que a série não necessitava de tantos livros, está meio enrolado, diria que só estão enchendo linguiça, Neferet da uma raiva do inicio ao fim da serie, a morte da mãe dela foi praticamente sem importância, achei meio injusto Aphrodite deixar de ser vampira e sofrer aquela tortura para ter uma visão, Erik não deveria ser tão babaca, mas sempre tem que ter um e tudo, tudo gira ao redor de Zoey. 
A série é maravilhosa, mas gostaria que não fosse tão enrolada com tantos livros, porque sinceramente é cansativo, da até pra se esquecer dos primeiros livros e assim é como se não tivesse lido os primeiros, fora os aspectos mencionados, eu amo de coração esses vampiros e as autoras por proporcionarem não só a mim, mas com certeza a um monte de jovens aventuras das quais é quase impossível esquecer!

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